[Clipping] Lobisomem assusta moradores de Mirassolândia há mais de 30 anos após imagem misteriosa

Ex-peão da cidade ‘fotografou’ ser mitológico em cemitério e lenda ficou conhecida no noroeste paulista.

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Por G1 Rio Preto
14/04/2018

Quando o sol se põe em dias de lua cheia o céu estrelado fica propício para aparição do lobisomem, um ser mitológico que é metade lobo e metade homem. Os moradores de Mirassolândia, no interior de SP, dizem ter um grande motivo para ficarem apreensivos em noites com essas características.

Eles garantem que lobisomem existe e já assustou muita gente. Isso porque um ex-peão de rodeio da cidade, Osmar Nascimento, considerado “valente” por muitos, saiu para fotografar o ser em um cemitério de Nova Granada (SP), em abril de 1985. O resultado foi uma imagem intrigante.

Hoje, a dúvida é se a imagem é de um desenho ou fotografia. No entanto, naquela época os moradores da região acreditaram mesmo que seria uma fotografia do homem-lobo.

O barbeiro Marcelino Inácio de Souza garante que este ser existiu. “Todo mundo da cidade falava que ele existia e muita gente viu. Ele era na figura de um cachorro preto”, afirma.

Os amigos do ex-peão João Vanderlei Gonçalves e Luiz Fachini até lembram do dia em que Osmar saiu para registrar a existência do lobisomem.

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A imagem repercutiu e o assunto foi manchete de diversos jornais da época. O “valente” até foi entrevistado e disse sem medo que “fotografar este bicho não é nada para mim, é fichinha.”

Enquanto isso, as crianças da época tinham medo do lobisomem e, quando precisavam sair de casa sozinhos durante a noite, era um verdadeiro desafio.

“Com seis, sete anos, você fica impressionado com a foto que parecia algo sobrenatural, as crianças tinham medo de se encontrar com o tal lobisomem”, lembra Jairo Garcia Pereira.

A polêmica já até se tornou caso de polícia quando uma dupla de amigos se fantasiou de lobisomem para assustar os moradores da cidade.

“A máscara ficou apreendida no Fórum, mas a gente absolvido. No dia, o juiz disse que foi algo que nunca viu e dava risada”, lembra o agropecuarista Jair Henrique.

Já o citricultor Paulinho Tamarindo ficou conhecido por se fantasiar. “Fui lobisomem por um tempo e até hoje meu apelido é lobisomem.”

Quem tornou pública a imagem do lobisomem não pode garantir se trata-se de uma fotografia ou uma pintura, mas o filho do ex-peão e “fotógrafo” jura de pé junto que o ser mitológico existiu.

Veja o vídeo:

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