Divulgação Folclórica – A urgência em ocupar espaço no debate público

Por Andriolli Costa – Doutor em Comunicação e Informação (UFRGS) e Membro da CSMFL
Publicado na revista Estação Folclore n. 1, 2021.


Este artigo, que é parte provocação e parte apelo, vem para responder a uma demanda fundamentalmente contemporânea. Nestes tempos de conexões virtuais, tudo o que resta das narrativas são suas disputas. Argumentos são vencidos no grito, supostas verdades são credenciadas pelo número de compartilhamentos e a redundância imposta pelo algoritmo ocupa espaços deixados vazios por quem não se prontifica a participar ativamente do debate público. E o campo do folclore tem negligenciado por tempo demais seu papel comunicador.

A alternativa apresentada não é revidar fogo com fogo. Seguir a estratégia da memética, da vociferação, da viralização pelo ódio só tende ao esvaziamento do discurso. Não, a voz do folclore é outra: é a fala mansa, sinuosa – sem ser maledicente – e integradora. É no âmbito do diálogo dos afetos que esse ato comunicacional deve ser empreendido. Mas para que haja afetividade, é preciso antes a proximidade, e que esta se desdobre em conhecimento e reconhecimento.

É neste contexto que se faz urgente a consolidação de um trabalho de divulgação folclórica, capaz de romper a bolha de desconhecimento e desinformação sobre a temática das culturas populares que permeiam as redes sociais – tão globais, mas tão autocentradas e prontas para reagir violentamente contra tudo aquilo que se mostra diferente. Numa época de crise de identidades, a busca de legitimação cultural a partir de supostas origens (algo tão difícil de cravar no âmbito da cultura) depõe contra o próprio discurso de diversidade. A pluralidade de vozes se esvanece ao menor sinal do contraditório.

O folclore, por sua vez, convida ao descentramento do indivíduo. Quando se fala em povo, essa categoria imprecisa, mas tão visível, fala-se justamente em alteridade. Em perceber-se igual frente a um outro que é tão diferente. É o sentimento de fazer parte, de integrar-se a algo maior que “eu” ou “você” e voltar-se para o nós. Como estratégia para a promoção deste ponto de mirada, desta perspectiva sensível, encontramos a divulgação folclórica.

Este termo tem sido usado por mim, a princípio de maneira não-conceitual, a partir de aproximações feitas com outra área já consolidada; a da divulgação científica. E essa relação é, por si só, tensionadora. Tristemente, é comum encontrarmos reflexões que colocam folclore e ciência enquanto opostos. Ou, pior, que classificam os saberes tradicionais no mesmo espectro que as desordens informativas (fake news) ou que as pseudociências a serem combatidas. Ledo engano. Verdadeiro inimigo, tanto da ciência quanto da cultura popular, é a ignorância.

Ciência e Folclore são formas de conhecimento, mas sobre aspectos diferentes da realidade. A primeira tem suas gramáticas calcadas na factualidade, verificabilidade e empiria. Já o folclore na tradição, na identidade e na afetividade. Com nossos modos de sentir, pensar e agir direcionados pela cultura popular, repetimos comportamentos tradicionais não como máquinas programadas, mas porque aquilo nos afeta.

Quando se fala, portanto, em uma “divulgação folclórica” em paralelo à científica, não se busca disputar seu espaço, questionar sua legitimidade, ou colocar-se como uma frente oposta. O objetivo é reconhecer nos processos que consolidaram a importância da divulgação científica, tanto para a ciência quanto para o cientista, caminhos que precisam ser percorridos também pelo pesquisador de folclore.

Mas afinal, o que significa esse termo em sua acepção original? Apesar de muitas vezes os termos comunicação e divulgação científica serem utilizados como sinônimos, Wilson Costa Bueno sugere uma distinção. Para o pesquisador, a primeira tem como público os próprios pares, e se manifesta na forma de artigos em periódicos, apresentações em eventos e todas as estratégias que pertencem aos domínios do campo acadêmico.

Já no segundo caso, a produção é extra-pares; o que exige, por sua vez, linguagem, formatos e intenções distintas. Assim, divulgação científica seria “a utilização de recursos, técnicas, processos e produtos (veículos ou canais) para a veiculação de informações científicas, tecnológicas ou associadas a inovações ao público leigo” (BUENO, 2009, p.162). Vamos nos demorar sobre estas bases para a partir daí pensar em propostas.

A título de exemplo, podemos pensar em uma série de iniciativas que atuam para a divulgação científica nos termos acima dispostos. São jornais, revistas e blogs especializados em explicar para o público geral os principais acontecimentos da área; histórias em quadrinhos produzidas para tornar a linguagem dos papers mais acessível ou eventos para discutir ciência fora da sisudez dos campi universitários. É o caso do Pint of Science, que reúne mesas de discussão em bares para rodadas de cerveja e informação. Em 2019, ano antes da pandemia, o evento mobilizou só no Brasil 1300 cientistas para falar voluntariamente em 84 municípios.

A produção em rede é outra marca da divulgação científica e que confere confiabilidade ao público. No YouTube, a network Science Vlogs Brasil reúne cerca de 70 canais de ciência sob um selo de recomendação que atesta qualidade da informação compartilhada. Em dados também de 2019, a iniciativa somava mais de 20 milhões de inscritos. Seus veteranos, da rede Science Blogs, já faziam trabalho semelhante desde 2008.

Qual o objetivo de tal número de ações? Podemos compreendê-las ao acompanhar a metáfora da “espiral da cultura científica”, da qual fala Carlos Vogt. Nela, há quatro níveis de ação: a produção de ciência, a formação de cientistas, o ensino de ciência (para estudantes e público jovem) e, por fim, a divulgação científica para a sociedade. Todas estas ações colaboram para a formação de um ambiente cultural de valorização, reconhecimento e retroalimentação do interesse sobre a ciência. Quanto à divulgação, ele aponta:

Os eventos, como as feiras, os museus, os prêmios e as premiações, e os textos, as revistas, os jornais, enfim, a divulgação da ciência de uma forma geral, apresenta um papel de motivação e de mobilização da sociedade para o amor da ciência e do conhecimento, nos constituindo, não necessariamente como profissionais, mas como amadores da ciência. (VOGT, 2011, p. 13) [Grifo nosso].

Percebamos o sentido que Vogt emprega ao falar no amador enquanto aquele que, efetivamente, ama a ciência. E esta relação é possível seja você um cientista, seja um leigo. Para o autor, o objetivo final do divulgador é que o conhecimento científico seja tratado como “futebol”. Poucos são os que jogam profissionalmente, mas todos conhecem suas regras, sabem jogar e se emocionam com o esporte.

Por fim, cabe ainda discutir: quem deve fazer esse trabalho? Em um artigo duro intitulado Divulgação científica: faça agora ou cale-se para sempre, o jornalista Herton Escobar coloca as coisas em seus lugares. Com a ascensão de um discurso anti-cientificista e negacionista (muitas vezes respaldado pelo poder público), ataques à pesquisadores e a autonomia de pensamento e o escalonamento dos cortes de verba para ciência e tecnologia, falar sobre ciência se tornou uma necessidade. Para criar uma voz social capaz de pressionar as instâncias de poder, é preciso do apoio da sociedade. No entanto, lembra o autor, para que o povo defenda a ciência, as pessoas precisam, primeiro, entender por que a ciência é importante para suas vidas.

E a quem caberia este trabalho, portanto? O jornalista é um aliado, certamente, mas não é suficiente. “A comunidade científica não pode mais delegar à imprensa a responsabilidade de educar a sociedade sobre a importância da ciência (…). O abismo é fundo demais para ser preenchido só com folhas de jornal” (ESCOBAR, 2018, p. 33).

A alternativa proposta por Escobar tem muito a nos ensinar: a comunidade científica deve passar a dialogar diretamente e diariamente com a sociedade, consolidando seus próprios canais de mídia. “Nenhum pesquisador deve ser obrigado a fazer divulgação científica, mas todos deveriam ser incentivados a fazê-lo”, recua o autor (ESCOBAR, 2018, p. 34). Entretanto, o chamamento manifesto no título de seu artigo permanece: para sobreviver frente a opinião pública, atravessando governos negligentes (para não dizer antagonistas) e uma lógica de financiamento que exige resultado, mas recusa o ônus da pesquisa, é preciso aceitar o desafio da Divulgação.  

Folclore e a voz presente

Diante do exposto, partiremos das noções compartilhadas sobre divulgação científica para consolidar as bases para a divulgação folclórica. Pensemos, de início em seus objetivos: a) a construção de afetos com o público “leigo”; b) a consolidação de um corpo societal que reconheça o valor do folclore e de seus estudos – e que o defenda quando for necessário; e c) a disseminação e reforço de informações que desvinculem o termo das antigas ideias de “almanaque de curiosidades” ou do “museu de culturas mortas”, e o vinculem ao campo da cultura viva e identitária que atravessa todos os grupos humanos.

Este último objetivo, que equivale ao ato de “conhecer as regras do jogo”, é determinante. Não é de hoje que folclore vem sendo atacado nas suas mais diversas instâncias, e por frentes igualmente distintas. Quem o entende como saber falso ou “primitivo”, acusa-o de depor contra a ciência e a racionalidade ocidental, enquanto quem o vislumbra como estrutura de pensamento colonial, vai acusá-lo de ser usado para inferiorizar saberes tradicionais. Aquele que não compreende os encontros e afastamentos que existem entre folclore e religião, vai acusá-lo de “folclorizar espiritualidades”; enquanto os extremistas cristãos vão encontrar nele a figura e as palavras do diabo – arrancando páginas de livros, perseguindo professores que o ensinam e demonizando fatos folclóricos materiais e imateriais.

Questão é que o termo Folclore, na vulgata, atingiu tal ponto de indefinição que é utilizado à revelia das formas mais conflitantes: sinônimo de mentira, indicador de elemento absurdo, metáfora para o que não existe e, claro, palavra-chave para o engajamento nas redes sociais. Mesmo entre os “amadores”, muito se colabora para essa confusão. O mais comum é que se reduza folclore a mitos e lendas, o que faz persistir a ideia de que é possível se acreditar ou desacreditar da cultura popular. A existência do Saci não depende da crença, mas de reconhecimento. Dizer que não se acredita no duende perneta é equivalente a duvidar de uma feijoada, de uma festa junina, de uma peça de artesanato.

Seja pela falta de abordagem nas escolas para além dos anos iniciais, seja justamente pelo equívoco na forma como folclore é abordado no ambiente escolar, é muito comum que esse contato institucionalizado com os sabres tradicionais seja pouco potente. Por vezes, inclusive, reiterador de preconceitos. Ao longo dos anos ouvi com frequência reclamações de que a cultura indígena, quando não os próprios povos indígenas, eram incorporados no conteúdo programático do mês do folclore. Uma tentativa de inclusão que fracassa ao comparar elementos de natureza diferente, e que se complica ainda mais quando o próprio educador não rompe com a ideia de folclore enquanto ficção ou mentira. A ideia que fica é que o termo só pertence ao universo das crianças, dos idosos, dos iletrados, dos povos marginalizados ou dos interioranos.

Quando o pesquisador de folclore não ocupa o espaço de discussão no debate coletivo, é esse tipo de visão distorcida que ganha corpo e fôlego. Sem a opinião pública ao nosso lado, e com forças atuando no sentido oposto, a perda de espaço, financiamento, mídia e mesmo de credibilidade é um trajeto inevitável.

Pensem nos incríveis ganhos para as discussões se houvessem esforços de divulgação folclórica amplos e acessíveis? Nesse sentido, reforça-se a importância de uma presença periódica, e até mesmo diária, capaz de consolidar este público de amadores. Venho me dedicando a este tipo de trabalho desde 2015 com a criação do Colecionador de Sacis, de maneira muitas vezes solitária, e hoje me vejo muitas vezes cansado de ter que responder a ataques vindos de tantas frentes. Poder me recolher quando a belicosidade das redes toma conta e ver que há um público já iniciado na discussão capaz de tomar voz também é um grande alívio.

Divulgador e Público

No verbete dedicado ao termo em seu dicionário, Luiz da Câmara Cascudo responde antecipadamente à clássica visão de que folclore tem espaço de agência apenas no meio rural. Para o pesquisador, mesmo o transatlântico, o avião atômico e o laboratório químico podem ser objetos de interesse folclórico na medida em que inspirem, no plano popular, hábitos, costumes, gestos, superstições, indumentárias, sátiras, assimiladas por grupos sociais participantes. “Onde estiver um homem aí viverá uma fonte de criação e divulgação folclórica” (CASCUDO, 2002, p.240).

A citação de Cascudo serve para aprofundar alguns esclarecimentos necessários. Quando o autor fala em “divulgação folclórica”, fica evidente que não é nos mesmos termos que aqui se emprega. No entanto, a frase também problematiza um outro elemento sempre presente quando se fala em divulgação científica: a noção de um público leigo.

Se todo ser humano é fonte capaz de criar e divulgar folclore, quem é este “leigo” a qual nos referimos? Certamente é possível desconhecer alguns aspectos de sua própria cultura, mas quando tratamos de algo ligado intimamente aos saberes tradicionais e identitários, é impossível dizer que uma pessoa que possui uma vida experienciando a cultura popular é leiga sobre ela. Há uma autoridade do pesquisador que nunca vai ultrapassar a proximidade do cotidiano. Por outro lado, há uma abrangência no olhar do pesquisador que escapa aquele que tem sua visão mediada apenas pela experiência imediata.

O entendimento, então, deve ser precedido pela resposta a uma outra questão: de que campo do folclore estamos falando? Não, a divulgação folclórica aqui exortada não está calcada no saber tradicional propriamente dito, mas nos modos peculiares de analisá-lo. Desta forma é possível pensar em um público que é leigo não quanto a cultura popular em si (seja sua ou alheia), mas quanto aos conceitos, métodos, objetos e sujeitos de pesquisa.

A partir dessa lógica, também é possível ser leigo ao não reconhecer a agência do folclore em sua vida. Como lembra Renato Almeida, em seu Manual de Coleta Folclórica, muitas vezes o cotidiano banalizar os saberes e o próprio povo não dará valor a uma prática cultural sempre presente (1965). Isso é normal, quem vive folclore não o percebe e nem tem obrigação de fazê-lo. Mas ao pesquisador, sim, exige-se a sensibilidade de leitura social, o repertório analítico e o estofo teórico.

No processo de divulgação, proximidade e construção de afetos, o saber tradicional será valorizado e, na sua esteira, reconhece-se o valor das comunidades, das práticas e, claro, dos estudos sobre o tema. Contar um causo sempre será envolvente, mas relacionar esta narrativa com outras tantas, e desvelar suas relações com nosso passado, presente e futuro a partir das conexões ancestrais que nos unem é revelador. 

Divulgação folclórica, em resumo, é a utilização de recursos, técnicas, processos e produtos para a veiculação de informações relacionadas ao folclore – entendido como os modos de sentir, pensar e agir de um povo fundamentados pela tradição e que lhe caracterizam identidade. Estas informações são dirigidas a um público que é leigo de seus conceitos ou que ignora sua agência, e são transmitidas para criar afeto, conhecimento e reconhecimento da cultura popular.

Com a proposta delineada, resta pensar nas estratégias. Ocupar espaços midiáticos não é algo novo: Câmara Cascudo, Mário de Andrade e outros tantos, apenas para ficar entre os mais reconhecidos, eram presença frequente como articulistas de jornais e revistas. Na última metade de século, todavia, os estudiosos do campo se tornaram comentadores eventuais de fait divers, em pautas fixas na agenda: dias do folclore, dias do saci, sextas-feiras 13 e assim por diante. Recuperar a relevância dessa discussão e da socialização de nossas pesquisas não depende apenas da mídia, como acima visto, mas da construção de canais próprios.

É de se atentar para as inúmeras possibilidades de linguagem e formato. Em minha própria produção, além dos artigos acadêmicos ou textos jornalísticos, já experimentei várias possibilidades sempre sobre a temática do folclore. Organização de mostras audiovisuais, exposições em museu, collabs artísticas, antologias literárias. Produção de documentários, curta-metragem, histórias em quadrinho, livros, podcasts, vídeos para o YouTube, lives mensais, gameshows, cardgames e até ensaios de nu artístico (o projeto Folclore Nu). Visitas à escola para aula, contação de história ou palestra atravessando mitos e lendas com os desafios do presente (Negrinho do pastoreio e racismo, mula sem cabeça e machismo, e assim por diante). Uma experiência positiva, mas individual e que carece de corpo.

Recentemente o projeto Folclore BR: Uma nova visão, coordenado pelo designer Anderson Awvas passou a se apresentar enquanto um coletivo de artistas e pesquisadores capazes de discutir folclore e atuar na consultoria de obras que precisem de um olhar mais apurado. É um caminho. Com a existência de novas iniciativas, capazes de se fortalecerem em rede, o público – tornado leigo pela negligência de informação, mas ávido por saber mais – saberá identificar o que é um conteúdo de fôlego e fundamento daquele que se deixa tropeçar nas armadilhas que uma leitura inicial sobre folclore traz.

Ser um “amador” da cultura popular é também condição para cativar. Não por acaso, Renato Almeida dizia que folclore era uma disciplina do amor, e que aquele que não se interessava pelo povo e desprezava suas histórias deveria abandonar a disciplina (1965). Se atualizarmos o pensamento do folclorista para o entendimento contemporâneo de que povo também somos nós, a mensagem fica ainda mais potente.

A divulgação folclórica exige dedicação, trabalho, inventividade e paciência. Acima de tudo, exige disposição ao diálogo. As dúvidas são muitas e nem sempre existirão respostas. Muitas delas, inclusive, serão construídas a partir dos nossos trabalhos.

* Andriolli Costa é Doutor em Comunicação e Informação pela UFRGS; Mestre em Jornalismo pela UFSC; Pós-doutorando em Crítica Cultural pela UNEB e Membro da CSMFL.

Referências

ALMEIDA, Renato. Manual de Coleta Folclórica. Rio de Janeiro: Campanha de. Defesa do Folclore Brasileiro, 1965.

BUENO, Wilson Costa. Comunicação científica e divulgação científica: aproximções e rupturas conceituais. Informação & Informação. v. 15, 2010. Pag. 1-12.

CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. São Paulo: Global, 2002.

VOGT, Carlos. De ciências, divulgação, futebol e bem-estar cultural. In: PORTO, Cristiane de Magalhães et al (orgs.). Diálogos entre ciência e divulgação científica: leituras contemporâneas. Salvador: EDUFBA, 2011. p. 7-17.

ESCOBAR, Helton. Divulgação científica: faça agora ou cale-se para sempre. in: VOGT, Carlos; GOMES, Marina; MUNIZ, Ricardo (orgs.) ComCiência e Divulgação Científica. Campinas: BCCL/Unicamp, 2018. p. 31-35.

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