Folclore, Arte e a Jornada do Herói de Luiz Telles

geral

“Às vezes me sinto pintor. As vezes roteirista. Sempre contador de histórias”. Essas são as palavras escolhidas pelo artista plástico Luiz Telles, 47 anos, para se descrever. Os nexos encontrados não poderiam ser mais precisos. Ao longo de mais de 20 anos dedicados à criação, Telles criou atravessamentos entre folclore e arte buscando nas raízes da estrutura narrativa a lógica de seu trabalho.

“Tal qual o Herói buscador de Vladimir Propp, ou o Gilgamesh babilônico, meu protagonista se transforma na medida em que encontra seres fantásticos que o desafiam em embates verbais e literais”, escreve o artista. Quem é este protagonista de quem ele fala? Nenhum outro além de si mesmo. O demiurgo criador deste e de outros mundos, seja em instalações artísticas, seja em lonas de caminhão. Tudo é tela para quem narra essas histórias.

A obra de Luiz Telles é muito vasta e centrada em três ciclos. “O ciclo da jornada do mito folclórico. O ciclo mesopotâmico do rei Gilgamesh e o ciclo da jornada silenciosa de transformação do personagem Sidarta, de Hermann Hesse”. Separamos no Colecionador de Sacis apenas algumas daquelas ligadas diretamente ao nosso folclore. Acompanhe o trabalho do artista aqui!

 

Encontro com deus pagão – 2011

Acrílica sobre lona de caminhão 210 x 135 cm

Dobráveis

O Livro do Saci – 2008

30 garrafas com tamanho adequado para guardar o Saci Pererê – 2008

Outros trabalhos

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