Colecionador de Sacis? #Saci100

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Texto da Revista Saci Pererê – 100 anos do Inquérito. Clique aqui para ler e baixar.

O Colecionador de Sacis é Andriolli de Brites da Costa, 27 anos, natural de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Jornalista por formação, iniciou seus estudos em folclore ainda na graduação investigando Monteiro Lobato como agente folkcomunicacioanl e a presença da cultura popular na adaptação seriada do Sítio do Picapau Amarelo.

Deu andamento aos estudos no mestrado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina, concluído em 2013. Nele, estudou a cobertura jornalística das lendas dos tesouros enterrados no Paraguai. Hoje, no doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, desdobra-se entre a tese e as pesquisas sobre a presença dos mitos no cotidiano.

As pesquisas transbordam em inspiração artística. Andriolli dirigiu, roteirizou e editou dois curtas-metragens: Enterros (2015) e O Colecionador de Sacis (2016). Atualmente finaliza seu novo filme, Medusa. Para a circulação da produção audiovisual, criou mostras de cinema que ganharam identidade própria como a Mostra Curta Saci, que une cinema, folclore e contação de histórias para crianças (ou palestras para adultos). Também tem planos para romances envolevendo cultura popular, mas enquanto isso dá vazão à narrativa curta pelo Watpadd.

O blog homônimo ao filme, O Colecionador de Sacis, foi criado em janeiro de 2015, em um desejo de unir jornalismo e folclore na pauta da imprensa. Foi do contato com tantos artistas, escritores, designer de jogos ou simplesmente pessoas apaixonadas pelo folclore brasileiro que surgiu o desejo de fazer esta revista.

Para 2017 muitos projetos novos estão a caminho. Em parceria com o site Mundo Freak será lançado uma temporada do podcast Popularium, que vem discutir o mito folclórico pela perspectiva do imaginário. Mais do que relatar verbetes de dicionários folclóricos, o programa busca interpretar a descrição e suas repercussões sociais. O episódio piloto, sobre a Mula Sem Cabeça como mito misógino de restrição do feminino já está no ar.

Há ainda propostas de roteiro de mangás, animações e até mesmo em outras mídias. São ainda propostas em estágio inicial, mas muito animadoras. Sempre tendo em vista o respeito e a valorização à essa imaginário mitológico que não diz respeito a monstros, espíritos ou seres fantásticos, mas a nós mesmos.

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