PORANDUBA 6 – Conceitos

Capa Podcast

Por Andriolli Costa

  • Clique AQUI para ouvir o programa, ou faça o DOWNLOAD clicando com o botão esquerdo do mouse e indo em “Salvar como”.
  • Gosta de ouvir em agregador de podcast? Assine nosso Feed.

Bem-vindos à nossa Poranduba, o podcast sobre as histórias fantásticas do folclore brasileiro! No programa de hoje, começamos a expandir a discussão iniciada no programa passado, que trouxe a mesa “Folclore e Orixás em Ação”. No primeiro bloco vamos abordar o conceito de folclore, algo fundamental para um podcast que se propõe a mergulhar sobre esse tema. No segundo, vamos trazer indicações de obras que abordem pela perspectiva da fantasia o universo dos Orixás. A começar pela dramatização do primeiro capítulo do livro Aimó, de Reginaldo Prandi.

Apresentação e edição: Andriolli Costa.
Vinheta de Abertura:
Danilo Vieira Battistini, do podcast O Contador de Histórias.
Logo do podcast:
Mauro Adriano Muller – Portfólio.
– Canto de abertura e encerramento do povo Ashaninka
– A história abre com um canto canto aos Eguns, como é o caso de Aimó

Este podcast é produzido graças aos apoiadores do PADRIM. Apoie você também!

Agradecemos nossas madrinhas e padrinhos: Carolina Mancini, Débora Dalmolin, Douglas Rainho, Ian Fraser, Ricardo Santos e Thiago Freitas.

spectrum_3_small.jpg

Itan Project, de Stephen Hamilton

Anúncios

2 Respostas para “PORANDUBA 6 – Conceitos

  1. Legal essa discussão de conceitos, afinal, palavras tem poder.
    Sobre a “troca cultura espontânea” que embasa o folclore, isso me lembra muito a minha infância no interiorzinho de Goiás. Na pequena cidade onde cresci, nós tínhamos todos os anos a festa junina escola e nesse evento, além da quadrilha, havia catira. Mas, de fato, era algo muito enlatado, com passos tirados da internet e, mais especificadamente a catira, os alunos nem sabiam a história dessa dança ou seus valores culturais. Apenas reproduzíamos passos que nos eram passados como qualquer atividade escolar. Ou seja, uma festa “rural e religiosa” transformado em algo sem significado.
    Todavia, as “festas de folia”, a folclórica “Folia de Reis”, era algo muito orgânico, porque era nítida a relação não só de verdadeira devoção e fé dos participantes, como o transito cultura entre os foliões e as novas gerações. As pessoas vão a elas que qualquer estrato social e são iguais lá, com todos se esforçando iguais para oferecer pouso, almoço e jantar aos foliões, não importando a condição financeira ou estrutural do festeiro. Inclusive, lembro de me divertir muito mais nessas festas que nas “quadrilhas”, principalmente com os “palhaços”.
    Inclusive, meu avô que já foi folião e, sempre que passam na fazenda dele, os recebe como festeiro, foi quem me contou todos os “segredos de ser um bom palhaço”, como não dançar na frente da bandeira, como ser engraçado o bastante para conseguir doações sem ser muito atrevido, como lidar com crianças que podem se assustar com suas máscaras, etc.

    Curtido por 1 pessoa

    • Sensacional! É bem isso, o folclore é espontâneo, no sentido de que não é preciso forçar para que surja o sentimento de pertencimento. Ele contagia. Gosto muito da folia de reis, e já conversei com um menino que era palhaço (ou bastião). Ele participava da folia para cumprir a promessa de seu irmão, que morreu antes de completar os anos de dedicação prometida à folia de reis. Tradição até as últimas!

      Curtido por 1 pessoa

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s