O saci de edital

Para críticos, folclore brasileiro é usado por artistas apenas para facilitar aprovação em editais do governo. Segundo eles, a arte brasileira só teria destaque ao abandonar o conteúdo nacional para focar em “boas histórias”. Será mesmo? O Colecionador de Sacis conversou com escritores, editores e desenvolvedores de jogos para compreender os caminhos do mercado nacional para narrativas folclóricas.

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Por Andriolli Costa

No final de 2015, a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura anunciou o lançamento de um novo edital, dessa vez focado no financiamento de jogos digitais. A contrapartida era clara: o projeto apresentado deve tratar de temas relacionados à cultura nacional, explicou o secretário Pola Ribeiro.

O deboche não tardou a vir. “Vem aí World of Saci”, brincou um usuário no Twitter. Outros foram mais ferinos. Em um oceano de acusações infundadas e críticas raivosas, separamos uma frase: “O que mais se vê é projeto de jogo cheio de índios, capoeira, etc. Depois não vende e ficam pedindo mais incentivo para o governo”. Será que o mercado é realmente tão reticente assim a esse tipo de conteúdo?

As provocações – um lugar comum na internet – não ecoam sozinhas, mas reverberam também entre os produtores de conteúdo. Volta e meia a questão surge a baila novamente. “Querem que a gente faça histórias tipo ‘saci tem perna cortada por samurai e vira mestre de kung-fu’”, ironizou o editor J. M. Trevisan, num painel sobre mangás na última Comic Con Experience.

Não fica exatamente claro quem é o sujeito indeterminado na frase de Trevisan. De onde viria essa cobrança pela produção de narrativas focadas em temas locais? Das editoras, dos leitores, dos pais ou dos educadores? Uma resposta mais abrangente seria dizer que existe algum tipo de cobrança social por histórias escritas no Brasil que retratem temáticas brasileiras. Se não em outro local, ao menos na diretriz dos editais públicos.

Há de se lembrar que o Governo é parte fundamental para a sobrevivência do mercado literário no País. De acordo com a pesquisa realizada pelo Instituto Pró-Livro, em 2011, o Brasil é o 9º maior mercado de livros do mundo. No entanto, apenas 15% da população brasileira efetivamente comprou livros naquele ano. Os demais foram adquiridos pelo poder público em iniciativas como o Programa Nacional do Livro Didático ou seus equivalentes regionais. Com a evolução da crise, e cortes nas compras governamentais da ordem dos 71% (prefeituras) e 53% (governo) em 2014, o mercado editorial foi seriamente abalado. A situação hoje não deve ser muito diferente.

O cenário dos editais
BandeiraElefanteAraraNesse cenário, produzir conteúdo nacional – independente da mídia – seria garantia de atingir os filões corretos de financiamento e distribuição? Estaria a cultura pop brasileira presa em uma camisa de forças governamental que exige a produção de um só tipo de narrativa, empurrada garganta abaixo do público? Seria esta a explicação para a quantidade de obras com temática folclórica sendo divulgada nas redes?

Christopher Kastensmidt discorda. “Para cada projeto de edital relacionado a folclore, há outros mil que não tem nada a ver com o tema”, relata o autor. Mais do que isso, ele lembra que a via dos editais é apenas um dos caminhos, e nem sempre o primeiro a ser procurado pelos produtores. “Muitos trabalham a base de Catarse ou outros tipos de crowdfunding, onde é o público que paga e não o governo. Isso já é prova suficiente de que há interesse”.

Nascido no Texas, mas radicado em Porto Alegre desde 2001, Christopher ganhou notoriedade ao escrever a série de novelas “A Bandeira do Elefante e da Arara”. A história, que se passa em um Brasil colonial fantástico, povoado por mitos folclóricos, chegou a concorrer ao Prêmio Nebula – uma das mais prestigiosas premiações do gênero.

Ano passado Christopher lançou também a versão em quadrinhos da Bandeira, a primeira da série com apoio da Lei Rouanet. “Foi o sucesso que me permitiu buscar recursos, não o tema. Escrevo histórias com apelo humano, não com uma fórmula mágica de captar dinheiro”.

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O Medonho Mundo de Gor

O escritor Douglas MCT também é um defensor de histórias de interesse universal. No entanto, relata que percebe certa predileção pela temática nacional na aquisição de obras. “Vejo muitos colegas optando por seguir o caminho seguro, visando uma publicação envolvendo governo e escolas, já que o lucro é maior”.

Douglas já foi proponente de edital. O Medonho Mundo de Gor era um projeto de animação que misturava terror com folclore, “meio que Coraline encontrando Ziraldo”, relembra. Na história, Gorete (Gor) é uma garota sensitiva que liberta forças maléficas pelo Brasil e terá de ir em busca de sete artefatos encantados – que estão na posse de criaturas do folclore – para corrigir o erro que cometeu. O projeto não foi para frente por questões burocráticas, envolvendo documentação do edital, e acabou indo para a geladeira.

Atualmente Douglas é responsável pelo portal Lamen, especializado em publicar on-line mangás de escritores brasileiros. Entre os mais de dez títulos disponíveis no site, destacamos Digude – uma história em que jovens estudantes batalham usando bolinhas de gude – e Fred Guará – em que o lobo Fredenilson da Silva Guará recebe trabalhos de faz tudo na Agência Lobo Loco. As duas histórias não se passam necessariamente em nosso país, mas emanam brasilidade. É preciso ignorar nossa cultura para fazer histórias universais? Ou ainda, será que isso é sequer possível?

Lógicas e recursos
12243326_1514624278830890_3515139604853960839_nAinda hoje Henrique Kipper tenta compreender a lógica dos editais. Quadrinista veterano, ilustrando publicações desde o final dos anos 80, ele conta já ter apresentado quatro projetos ao ProAC – o Programa de ação cultural do governo do Estado de São Paulo. Um de inspiração folclórica, outros mais abrangentes – tratando de cultura brasileira, mas como pano de fundo. Outro, ainda, com inspiração mitológica, mas não focada no Brasil. Apenas o terceiro pedido foi aprovado.

A obra que recebeu incentivo em 2014 foi a adaptação em quadrinhos de A Salamanca do Jarau, conto imortalizado pelo escritor regionalista gaúcho Simões Lopes Neto que relata a jornada do guasca Blau Nunes a procura da teiniaguá – a princesa moura transformada em lagarto, que concede aos que a encontrarem incontáveis riquezas.

Henrique, que morou durante boa parte da infância próximo ao Cerro do Jarau, no Rio Grande do Sul – onde surgiu a lenda da HQ – conta que já desenhava a princesa desde os 12 anos de idade. Mas a inspiração mesmo veio em suas viagens pela Europa. “O mito da Salamanca e das Mouras Encantadas é local, e vem de uma tradição Ibérica. O oeste do RS foi colônia Espanhola antes de Portuguesa”.

A observação do artista é bastante pertinente. Ao mesmo tempo em que um mito é extremamente particularizado, dizendo muito sobre a identidade e valores culturais de determinada comunidade, ele também é resultado de uma série de ações sócio-histórico-culturais responsáveis pela sua composição.

O folclore brasileiro é resultado dos povos originários, dos fluxos migratórios, dos processos de expansão e colonização – e, por que não, das dinâmicas de resistência. Como bem lembra Darcy Ribeiro, somos um povo novo, feito de povos milenares. Nossa originalidade está nas misturas. E quanto mais diversidade de histórias surgirem, mais essas misturas vão ser evidenciadas.

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A Salamanca do Jarau será lançada em SP no dia 23

Em nota ao Colecionador de Sacis, a assessoria de imprensa do ProAC – o edital em que Henrique aprovou – informa que uma das missões do programa, criado em 2009, é “contribuir  com o desenvolvimento e continuidade de projetos que focam o resgate e a valorização da cultura popular paulista, incentivando a pluralidade de narrativas em todo o Estado”.

Há editais específicos para culturas negras, indígenas e tradicionais. Sem contar em cotas mínimas para aprovar projetos no interior paulista e no litoral, para evitar que tudo seja centralizado pela capital. A cota mínima abre espaço para aprovação de obras menos complexas do que se não houvesse essa determinação? Talvez. Mas a preocupação no caso é outra. É com a democratização da cultura.

“Há uma questão de responsabilidade social em se tratando de dinheiro público”, reflete Henrique. “Você não vai escolher algo que seja descartável”. Na interpretação do quadrinista, tratar de adaptações ou temas históricos é especialmente interessante para o mercado editorial. “É importante, pois atrai um leitor de fora do círculo fechado de aficionados por quadrinhos”.

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Daiane “Lyra” Libero, jornalista sul-mato-grossense

Produzir conteúdo relevante e de qualidade com temáticas nacionais deve ser visto não como limitação, mas como desafio. E é esta peleja que a jornalista Daiane Libero se propôs a enfrentar. No final de 2015 ela reuniu um grupo de jovens escritores de Mato Grosso do Sul para propor ao Fundo de Incentivo à Cultura do Estado o lançamento da coletânea de terror Sombras do Pantanal.

“Percebi que temos um cenário rico para permear histórias e que num mundo globalizado não existe mais essa “obrigação” de se prender ao folclore antigo. Ele pode estar junto de novos monstros do cinema, da ficção, da televisão, de outras partes do mundo”, reflete. No livro, há contos que se inspiram desde à lenda urbana da Bruxa da Sapolândia até o mito do Maozão – um duende que assombra caçadores na Nhecolândia.

A escolha da temática regional foi estratégica. Para ela, ignorar experiências locais chega a ser um desperdício. Há veracidade na narrativa que se apropria das vivências. Para além disso, “Mato Grosso do Sul é um cenário sempre à margem dos grandes eixos culturais. Precisa ser incluído”. A apropriação do espaço para uso numa narrativa fantástica é um modo de ressignificar sentidos e mudar o próprio imaginário do espaço. Folclore não é camisa de força, mas combustível.

Parem de apoiar o conteúdo nacional?

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O coletivo Vozes Ancestrais realiza eventos on-line para divulgar as obras independentes de temática folclórica. O próximo será no próximo domingo, 27.

No começo de março, o youtuber Clarion de Laffalot publicou um vídeo com um título provocativo: “parem de apoiar o conteúdo nacional”. A mensagem foi assistida por quase 50 mil pessoas, com um tópico de discussão ainda corrente no Reddit, e nos leva a alguns questionamentos. Vamos ignorar os trechos do vídeo em que o autor questiona o valor e a qualidade de algo simplesmente por ser local (“clássicos chatíssimos”, “folclore infantil”, etc) e nos centrar naquilo que pode render alguma reflexão: Clarion afirma que devemos parar de nos centrar em contar histórias sobre o Brasil – e sua cultura – para contar histórias de qualidade. É esse o caminho?

Para quem acompanha o universo da “ficção folclórica” percebe que de alguns anos para cá a temática realmente cresceu bastante, ganhando vários adeptos. No entanto, o cenário ainda está muito longe de ser favorável. Boa parte dos projetos ainda é independente, lutando por apoio em crowdfunding e por espaço na mídia. Há muito mais sobre folclore em cultura pop hoje do que havia antes, mas isso ainda é minoria. Não há objetivo em tentar boicotar algo ainda emergente.

Isso tende a mudar. Os próprios produtores vem se unindo a partir da temática, em um esforço coletivo para divulgação de seus trabalhos. É o caso do projeto Vozes Ancestrais, por exemplo. Fundado pela escritora mineira Francélia Pereira, ele reúne blogs, escritores e artistas dos mais variados que se inspiram no passado para produção do contemporâneo.

Quadrinhos, álbuns de metal, livros independentes, mangás, animações e curtas-metragens estão entre as produções reunidas no Vozes. Dessa organização surge não apenas o elogio, mas também a crítica interna. A falta de opções no mercado não permite riscar uma média eficiente. O que é bom, assim como o que é ruim, se destacam muito.

“Nós, produtores de conteúdo de influência nacional, temos que parar de molecagem”. ressalta Vilson Gonçalves, autor de A Canção de Quatrocantos que participou do primeiro encontro on-line do coletivo Vozes Ancestrais. “Infelizmente, onde os outros tem margem de erro, nós temos que ser perfeitos, ou alguém aparece para metralhar”.

É justamente por isso que Vilson afirma ser o primeiro a criticar trabalhos que não consideram à altura da competição. “Precisamos garantir propostas sólidas e boa execução, e por mais que não seja sempre fácil aceitar isso, sair da sombra do Lobato”.

A voz dos editores
Quando o saciMarcelo Amado, da editora Estronho, publica apenas autores brasileiros. No entanto, afirma que não é de levantar a bandeira da produção nacional. “Já levantei essa bandeira sim, no início, mas agora eu defendo a boa literatura, independente de ser nacional ou não”.

Já esgotada no catálogo da Estronho, mas disponível on-line, O Saci encontra os mestres do terror, é uma coletânea pioneira que colabora para desvincular a imagem do folclore do universo infantil. Marcelo não nega que seja importante divulgar melhor nosso folclore, para além do tratamento dado nas escolas ou por autores comerciais. Mas esse não deve ser o foco. “Escrever sobre o folclore, antes de ser ‘importante’ tem que ser ‘gratificante’. É gostoso, é bom”, ressalta.

O comentário de Marcelo nos lembra que uma obra literária pode ter uma função social, mas ela nunca deve ser a própria função social – como afirma Nuccio Ordine. Escrever sobre folclore é resistência, é ação cultural, mas antes de tudo deve ser arte e entretenimento.

Artur Vecchi, editor da AVEC Editora, acredita que o Brasil carece de valorizar sua própria cultura. “Por incrível que pareça o leitor aceita melhor histórias com lobisomens no Brasil, em um país que nem possui esse tipo de lobo, do que sacis, caiporas, boitatás”. Essa inclusão, no entanto, não deve ser algo que pareça forçado, mas fazer sentido dentro do universo criado.

Em 2014, a AVEC editora publicou a distribuiu a graphic novel Beladonna, de Ana Recalde e Denis Mello. Na trama, Samantha é uma jovem perseguida por terríveis pesadelos. Porém, logo a menina descobre que tem o poder de manipular o mundo dos sonhos usando sua força de vontade. Após anos de pesadelo, veio a hora da vingança. A cena em que a protagonista arranca o coração do saci ou fatia um boto-cor-de-rosa é marcante, e totalmente integrada à proposta de luta contra o imaginário da HQ.

12189980_534823286673141_4603631994980726336_nEm abril, Artur conta que será lançado mais um trabalho envolvendo folclore. A obra se chama Ellin Terwen: A Semente da Terra, e conta a aventura da protagonista e seus amigos que precisam salvar a Semente da Terra da vilã, Kalindrea. “Durante a história, Ellin vai se deparar com sacis, descritos como elementais do ar. Poderiam ser seres de outras mitologias, mas serem do folclore brasileiro deu um sabor diferente ao livro”.

A decisão de apostar ou não em obras de conteúdo nacional não deve ser tomada com base na intuição, mas em “pesquisa de mercado e bom uso de conhecimentos de marketing”. É o que acredita Rubem Medeiros, diretor do jogo Lampião Verde – A Maldição da Botija. O game conseguiu angariar R$ 35 mil em uma campanha de financiamento coletivo e deve ser lançado ainda este ano.

Na sinopse, Lampião resgata uma botija mágica, transformando-se em um herói que precisa acertar as contas com o seu passado e salvar o Sertão Profundo que está sendo corrompido pelo Bando das Visagens Malassombrosas. Uma história completamente brasileira, mas que não se centra apenas nisso. “A forma de abordagem do conteúdo, seja nacional ou não, é significativamente mais importante que o conteúdo em si”, defende.

Aritana e a Pena da Harpia, Guerreiros Folclóricos e o próprio Lampião Verde são exemplos de uma safra de games de maior porte que voltaram seus olhos para as culturas populares. No entanto, é muito comum escutar críticas quanto à qualidade de gráficos ou polimento da jogabilidade desse tipo de iniciativa. Devemos apoiar simplesmente para aquecer o mercado interno? Rubem acredita que não.

“Enquanto produtor de conteúdo, não me vejo no lugar de dizer o que o público deve fazer. Pelo contrário, preciso entender o que o público pode vir a gostar ou não e de alguma forma encaixar o perfil do meu estúdio nisso”, relata. “Pessoalmente eu gosto de incentivar quando enxergo potencial de crescimento. Que possam levar a arte a um outro nível”.

Apoiar a produção nacional, com temáticas nacionais e tributárias às nossas referências culturais está longe de ser uma cegueira seletiva. Não são olhos de Policarpo Quaresma, mas de quem deseja a representação e, acima de tudo, a diversidade.

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6 Respostas para “O saci de edital

  1. Excelente discussão, Andriolli! Acredito que a internet facilitou mto o trabalho de pesquisa sobre a temática nacional que, por incrível que pareça, sempre foi – e ainda é- pouco acessível. Encontrar obras com mitologias de povos mto distantes é bem mais fácil que encontrar obras com a mitologia e o folclore da nossa terra (que vai além do que a TV e a Escola nos oferecem); mas isso tem mudado e por isso estão surgindo novos trabalhos com abordagens bem interessantes das nossas lendas e mitos. Se esse processo não for interrompido, como algumas pessoas já estão propondo, acredito que em pouco tempo teremos grandes obras, das quais nosso povo irá se orgulhar, no Vozes msm já existem projetos que me enchem de orgulho, e digo isso como brasileira. Vejo projetos em andamento que surgiram de forma natural, por pura admiração por nossas histórias e não como obras forçadas, feitas pra conseguir dinheiro ou coisa do tipo, e são essas obras que farão a diferença. O caminho é longo, mas acredito que dá pra fazer mta coisa bakana com conteúdo nacional. E só uma correção, não sou coordenadora do Vozes, o grupo surgiu de forma espontânea, foi a temática dos projetos que nos aproximou, mas o grupo se formou mais por afinidade pessoal. Tentamos unir nossos “super poderes” pra procurar diminuir o preconceito que persiste qto à temática, mas os projetos são totalmente independentes e cada um contribui como pode. Espero que esses projetos, assim como tantos outros que não fazem parte do Vozes, mas que acompanho, possam servir de inspiração para outras pessoas e para as próximas gerações, acredito que isso pode nos ensinar a dar mais valor à nossa terra e nos ajudar a respeitar a História dos nossos Ancestrais. E, mais uma vez, parabéns por seu trabalho, Andriolli! ❤

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  2. Ótima matéria Andriiolli Costa! Eu sou um apaixonado por folclore e ainda defendo a bandeira de produzir material mais brasilis. Você poderá ver isso nos meus trabalhos: Causos #01 – O Demônio das Matas (www.facebook.com/odemoniodasmatas) e Causos #02 – A Bruxa da Floresta (www.facebook.com/abruxadafloresta) – ambos fazendo uma releitura sobre origens de personagens do nosso folclore de uma maneira nunca abordada anteriormente e tenho também um super – herói que se transforma em criaturas para proteger o “pulmão da Terra”, ou seja, ele é o próprio folclore (www.facebook.com/xamaespiritodaterra).
    Continuarei a lutar para levar aos leitores, histórias que os surpreendam, mas sempre mantendo a brasilidade e a nossa raiz!
    Deixo o link para os que quiserem conhecer mais dos meus trabalhos:
    http://www.fanzineston.blogspot.com.br

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  3. Adorei essa reportagem! Conheço muitos desses trabalhos, mas havia outros não. E pensar que há tanta coisa do nosso folclore que pode ser utilizado para escrever e refleti. Tenho engajado nisso há uns três anos e sempre me surpreendo com o que eu descubro.

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  4. Pingback: [Promoção] Concorra a um exemplar autografado de A Bandeira do Elefante e da Arara | Colecionador de Sacis·

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