As muitas faces de Maria – O feminicídio que gerou a lenda urbana mais famosa do RS

Por do Sol

Maria Degolada no topo da figueira onde Maria Francelina teria morrido (Arte: Joãocaré em livro de Caio Ritter).

Por Andriolli Costa

Aos pés de uma pedreira, no entorno do bairro Partenon em Porto Alegre, havia um morro. Um marco topográfico tão pouco significativo que sua única distinção era ser localizado nas proximidades do Hospital Psiquiátrico São Pedro, o que fazia o povo da capital gaúcha, naquele final de século XIX, displicentemente, o chamar apenas de “Morro do Hospício”. Do lado oposto da pedreira, uma figueira espalhava seus galhos, convidando casais para tardes de namoro e convescotes.

A pintura bucólica, entretanto, não tardaria a ganhar manchas sombrias. A figueira testemunharia um dos mais marcantes feminicídios da história da cidade. Tanto que faria o próprio morro receber um outro nome, que ainda hoje – por mais que insistam na mudança, ainda habita a memória de quem vive na região.

Morro da Maria Degolada.

O crime ocorreu em 12 de novembro de 1899. A vítima, hoje sabemos, tem nome e sobrenome: Maria Francelina Trenes, alemã de nascimento que aos 21 anos foi brutalmente assassinada por um soldado da Brigada Militar com quem teria um relacionamento. Algumas versões cravam ter sido ela uma prostituta, outras que seria apenas uma mulher de “vários homens”. Difícil saber. O que sabemos é o motivo alegado pelo assassino no processo judicial disponível no Arquivo Público do Rio Grande do Sul (APERS): ciúmes.

O registro do escrivão indica, em fria gramática, a violência do corte – que atravessou os tecidos do pescoço e só parou na coluna. Mas ninguém imaginaria que o talho do facão de Bruno Soares Bicudo seria tamanho que rasgaria a própria História. Porque depois daquele dia em que morreu Maria Francelina, nasceram no imaginário popular várias Marias. Era a Maria do Golpe – fazendo relação ao golpe de faca sofrido; a Maria Degolada e até mesmo a Maria da Conceição, emprestando da figura católica a fama de milagreira.

Para muitos, Maria foi santa. Devolveu voz à crianças mudas, recuperou a saúde de membros, trouxe a cura à enfermidades. Só nunca atendia policiais, e nem mesmo seus familiares. Desses, guardava verdadeiro ódio. A forma de espírito vingador assume de vez quando sua imagem se mistura, mais recentemente, à da “loira do banheiro”. Maria passa então a assombrar colégios, aparecendo sempre que seu nome é chamado três vezes. “Maria Degolada, Maria Degolada, Maria Dego…”.

De fato histórico à lenda urbana mais famosa do Rio Grande do Sul, o que fez com que um assassinato cometido há quase 120 anos permanecesse tão vivo no imaginário do povo? É o que pretendemos investigar.

Um novo julgamento

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Juri simulado organizado pelo GEIP – Saju/UFRGS (Foto: Andriolli Costa)

Para aproximar a comunidade de seus acervos, o Arquivo Público do Rio Grande do Sul propôs no dia 7 de junho de 2018 uma atividade diferente. Um juri simulado para reencenar, a partir dos dados processuais, o caso Maria Degolada. Para tanto, procuraram ajuda do Grupo de Estudos e Intervenção em matéria Penal (GEIP), que integra o Serviço de Assessoria Jurídica Universitária da UFRGS.

O advogado Pedro Gil Weyne, que encarnou o papel de advogado de defesa do réu, conta que a sugestão de trabalhar com o feminicídio que deu origem à lenda partiu do APERS. “Quando falaram conosco eu sugeri, primeiramente, o caso da Dama da Lagoa. Uma adolescente que foi morta e teve o corpo jogado no Lagoa dos Barros em 1940. Mas eles queriam algo ainda mais antigo”.

A escolha foi acertada. Os 50 lugares prometidos inicialmente lotaram com velocidade. Logo mais cadeiras foram buscadas, e pessoas chegavam a sentar no chão para acompanhar o desenrolar do caso, que teve como base o livro Maria Degolada: Mito ou Realidade, publicado pelo próprio Arquivo Público em 1994. Nele consta a íntegra do processo judicial e inclusive trechos do depoimento das testemunhas.

Curioso é ver a discrepância entre os registros da justiça e os relatos da imprensa. Em seu depoimento, os amigos de Bruno – também brigadianos e que lhe deram voz de prisão – disseram que bebiam apenas café. Já a matéria do Jornal do Comércio descreve a cena como tendo sido regada a cachaça paraty e cerveja barbante.

Por outro lado, na justiça não há qualquer referência de Maria Francelina e das outras mulheres que acompanhavam os militares como sendo prostitutas, algo que a imprensa não pensa duas vezes antes de cravar. Um dos jornais fala também que Bruno teria um ferimento de faca em seu próprio pescoço, pois tentara se matar após o ato – algo que não é mencionado em nenhum outro lugar. Esta é uma mostra das dificuldades de se trabalhar apenas com fontes documentais.

Defesas anacrônicas

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Bruno, que na Brigada Militar era chamado apenas de Brum, tinha 29 anos de idade. Mestiço – característica ressaltada pela cobertura do jornal Correio do Povo da época, vinha do interior, de Uruguaiana, e há quatro anos servia na Capital. Era analfabeto, ainda que isso não seja indício de muita coisa uma vez que segundo o Mapa de Analfabetismo do Brasil, em 1900 cerca de 65% da população não sabia ler ou escrever.

Maria teria primeiro investido contra ele com uma acha de lenha (de onde veio isso? Do churrasco, talvez?). Depois, com um ferro que serviria de ferrolho de porta. Durante a discussão, gritavam e se ofendiam. Os amigos disseram não ter interferido, posto que era “frequente entre eles disputas idênticas”. A gota d’água, segundo uma das testemunhas, foi quando a mulher disse a Bruno que já teria outra pessoa com quem passar a noite. Tão logo os demais se afastaram, o brigadiano sobrepujou Maria e, puxando uma faca que trazia na cintura, a degolou.

Ao que se consta, o réu praticamente não teve manifestação de um advogado de defesa. Preso em novembro de 1899, foi condenado em fevereiro do ano seguinte e enviado para a Casa de Correção, o antigo presídio central de Porto Alegre. Coube aos membros do GEIP, composto por estudantes e advogados, construir uma estratégia de defesa com base nos depoimentos, no pensamento da época e na legislação. O resultado foi assustadoramente atual.

“Quem começou o ataque? Foi Maria! Maria quem lhe atacou com paus e ferros, que lhe dirigiu chufas, quem lhe desonrou na frente dos seu companheiros de Regimento. Que disse na frente de todos que já tinha com quem dormir, e não seria com ele. O assassinato ocorreu em legítima defesa. Não apenas dos ataques físicos, mas também da honra”, iniciou Pedro Weyne.

A defesa prosseguiu elencando argumentos. Maria, pelo seu comportamento agressivo, era uma mulher histérica, provocadora, criadora de intrigas. Os ciúmes que gerava movimentaram as paixões de um homem simples e ignorante. O adultério também foi levantado como uma acusação. “A mulher, sabemos, é o fruto de todos os pecados. Está na Bíblia, senhores. Eu lhes pergunto, quem comeu a maçã?”, provocou o advogado, gerando murmúrios de revolta na plateia. Mesmo encenando um julgamento onde apenas homens estavam presentes, no Arquivo Público as  mulheres eram a maioria.

A mestranda Jessica de Sousa Antônio, que fez as vezes de Promotora Pública, questionou a defesa. Como poderia justificar adultério sendo que as vítimas nem eram casadas ou tinham um relacionamento assumido? “Poderiam ter. Nunca se sabe o que o amor pode fazer a um rapaz”, foi a resposta. E Maria não poderia sair com outros parceiros, mas quem garante que Bruno não havia saído com outras mulheres? “Oras, mas ele é homem”, justificou simplesmente.

São respostas anedóticas, é claro, mas que dão a ver o pensamento da época. Um texto publicado no jornal Gazetinha, em 1899, diz o seguinte, “[Bruno] matou por ciúme!… É quanto basta para comove-me inteiramente, para sensibilizar me o coração. O homem em tais circunstâncias não é um miserável assassino, não é um bandido covarde, é simplesmente um desgraçado”. O autor prossegue, justificando ser Bruno um homem de pouca educação e modos rústicos, que agiu como um “tigre” diante do desafeto de sua amada.

Será este um raciocínio que ficou no passado? Quantos chamados “crimes passionais” você não conhece que tenham sido justificados dessa mesma maneira? A culpa recai sempre sobre a figura feminina, mesmo tendo sofrido violências das mais bárbaras. Foi ela quem provocou, incitou, seduziu. E quem matou? Bom seria se nossas decisões públicas não carregassem ainda discursos que parecessem saídos diretamente do século XIX.

Tanto no Juri simulado quanto no julgamento real, Bruno foi condenado. Dos 30 anos de reclusão, cumpriu apenas 7. Saiu da Casa de Correção direto para o necrotério, por complicações renais. Com o fim do juri simulado, Pedro Weyne, ainda no personagem, lamenta o destino do homem. “Esperamos que daqui 100 anos, não tenhamos mais um sistema prisional tão insalubre, aos moldes de um cárcere medieval”. O comentário anacrônico foi seguido por risos desconfortáveis de quem sabe que o Presídio Central da cidade já foi considerado o pior do país.

As Muitas Marias

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Maria Francelina na capa do Almanaque Porto-Alegrense de 1899. Teria ela o mesmo rosto da Maria Degolada?

Hoje temos todos estes dados levantados, muitos deles graças ao esforço de historiadores que se debruçaram sobre o caso. Mas em verdade, mesmo com a cobertura dos jornais da época, é preciso lembrar que a população ainda era boa parte analfabeta. De posse de todos os fatos, como os temos atualmente, é fácil traçar relações que talvez para o imaginário popular possam nunca ter sido devidamente expostos.

Exemplo disso é uma interpretação que vários veículos quando falam hoje do caso atribuem à historiadora Sandra Pesavento sem citar a fonte de onde a fala foi descolada, o que por si só já gera dúvida. Insinua o texto que no imaginário popular, Maria Francelina passou de prostituta à santa por ser alemã – portanto branca, de olhos claros – assassinada por um mestiço.

“Ao ser morta, ela pôde virar santa, pois é vítima e era a loura mártir de um mestiço analfabeto e mal-encarado, personificando o drama de uma realidade de excluídos da qual ambos faziam parte em uma Porto Alegre muito violenta”.

É uma interpretação política e válida, que mostra como mesmo em uma realidade de exclusão o privilégio branco nunca é ignorado. Entretanto, o que falha nesta visão é o principal: conhecemos criminoso e vítima hoje, sabemos sua afiliação, sua cor da pele, sua nacionalidade. Mas e na época? Mesmo com a cobertura midiática, era na oralidade que as histórias se espalhavam. E como eram as Marias dessas histórias?

No livro de 1994 ficamos conhecendo algumas delas. Algumas pessoas, por exemplo, diziam que Maria era uma anã – bem diferente do estereótipo padrão que a versão anterior tentava estabelecer. Outras, que era criança, filha de um trabalhador da pedreira que todos os dias levava almoço para o pai – pobre, portanto, sem referência à nacionalidade. Um dia, foi interpelada pelo assassino, que tentou estuprá-la e a acabou matando. Em outra versão, era donzela que, recusando os avanços do namorado, foi morta por ele.

Quantos a vêem loira? Hoje isso é mais comum, graças à loira do banheiro, mas em nenhuma das matérias do inicio do século XX se falava disso. Raça não entrava em discussão, mas gênero sim.

Maria Francelina Trenes perdeu seu sobrenome. Ao tornar-se apenas Maria, tornou-se todas elas. Em piedade, mulheres – e homens também – passaram a se dirigir até a figueira, oferecendo flores e velas. Seu corpo estava enterrado no cemitério da Santa Casa, mas espalhou-se que ele estava, em verdade, aos pés da árvore. E aquilo bastava. Começou a correr que ela realizava preces, construíram uma capela e começaram as romarias.

Em algum momento, após a virada do século XX, Maria Degolada ficou conhecida também como Maria da Conceição. Como isso aconteceu? A única pista está num relato do cronista Ary Veiga Sanhudo. Conta ele, no livro Porto Alegre: Crônicas da minha cidade (Movimento, 1975), que a mudança veio graças a uma comunicação após a morte.

“Numa sessão espírita, num casebre das cercanias, uma das piedosas criaturas que costumava rezar e ascender velas no local do crime, teria recebido uma mensagem da falecida, dizendo que estava muito triste porque estavam lhe chamando de Maria degolada! No dia seguinte, a notícia circulou temerária pelo lugar e ficou proibido terminantemente que alguém se referisse ao morro ou à morta, chamando-os pela malfadada invocação de Maria Degolada. […] O lugar passaria a ser chamado, daí por diante, de Maria da Conceição”.

Ainda que Sanhudo não especifique a data que tal seção espírita tenha ocorrido, uma matéria de 1936 do jornal Diário de Notícias já se referia à Conceição como um dos nomes tanto de Maria quanto do Morro e da vila que ela batizava. Tudo no entorno existia a partir da lenda.

Interessante observar também a construção da matéria, que acompanha a romaria da Maria Degolada. As mulheres em histeria se ajoelham e rezam para uma “pseudo-santa”. Sua capela é cuidada por Maria Fausta “Flores, uma “débil-mental que se posta ali ao clarear do dia, só saindo a noite”. A medida que avançava a tarde, alguns cavalheiros vieram também. Ainda assim, ressalta o jornalista, “predominando o elemento feminino”. Não é difícil de ver que o machismo gritante que criou a lenda salta aos olhos em todo o texto.

O mesmo sexismo que hoje, tantas décadas depois, luta-se tanto para combater e desconstruir. Não apenas com companhas de conscientização, mas também com a arte. Cantora negra, Pâmela Amaro faz ecoar outras Marias na letra de sua composição Veneno no Café. “Sou Maria da Penha, não Maria Degolada, sou a sua companheira, não a sua empregada. Esse tal de seu machismo tá com nada meu irmão, mude a letra do seu samba que eu encerro a minha canção”.

Cortar a garganta não é apenas matar, é simbolicamente tirar uma voz. Que essas vozes não se calem.

Santa e Assombração

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Irmã Nely e as crianças da Vila da Maria Conceição (Foto: Antônio Ronek/O Cruzeiro)

Em 1958, a lenda ganhou a mídia nacional pelas páginas da revista O Cruzeiro. Nela, conhecemos a história de Nely de Souza Capuzzo, a irmã Nely. Natural de goiania, a religiosa da Ordem Missionário de Jesus Crucificado iniciou uma série de trabalhos sociais para transformar a realidade dos moradores da vila. Fundou escolas, cursos de alfabetização, instalou ambulatório, curso de culinária, moda, bordado e uma espécie de banco que dava empréstimo para a construção de casas.

Ao periódico, a irmã conta que quando visitou a vila pela primeira vez uma criança correu em sua direção.

“Benção, irmã! Me dá um santinho?”

Nely estendeu uma medalha colorida a criança, que ao ver escrito o nome de Nossa Senhora da Conceição, comemorou.

“Aquela moça me deu um santinho da Maria Degolada!”.

Nessa época, as romarias eram frequentes em direção à figueira, que vivia repleta de ex-votos – peças representando partes do corpo, que foram curadas graças a uma prece atendida. Dizem que era comum as noivas deixarem parte do vestido, buquê ou até mesmo o enxoval aos pés da árvore. A capela também vivia cheia de velas. Frustrada com a confusão entre as Conceições, mandou construir uma gruta. Assim, quem quisesse venerar Nossa Senhora saberia onde se dirigir.

Anos depois, uma ventania arrancou a figueira da lenda. Maria, entretanto, permaneceu perambulando no imaginário coletivo do porto-alegrense.

Ainda no juri simulado da última semana, no Arquivo Público, uma das propostas era que, após a apresentação dos argumentos de defesa, o juri – representado por membros do público – tivesse a capacidade de condenar ou inocentar Bruno Bicudo. “Eu não votaria contra”, comenta com sua amiga a estudante de direito Nara Mansur. “Vai que ela aparece lá em casa querendo tirar satisfação”.

Nara cresceu ouvindo as histórias da Maria Degolada. Afinal, seu pai morava no Partenon. Na escola também eram frequentes os relatos de aparição de Maria. Diziam que ela surgia sempre que se dava descarga três vezes, chamando seu nome. Nara nunca testou fazer o ritual.

De santa à assombração, qual foi o processo? Para os mais jovens, é influência notória da lenda urbana da loira do banheiro, da Blood Mary americana, das mulheres de branco. Mas também da influência de peças de teatro, de livros infantis como Maria Degolada, Santa Assombrada de Caio Ritter e várias interpretações que vão formando essas imagens que, surpreendentemente, passam a conviver.

Em 2004 o historiador Alessander Kerber, fez entrevistas com os moradores da vila para conhecer a relação que estabeleciam com o imaginário do local. Uma das suas informantes, influenciada pelos documentos oficiais alardeados há pouco, dizia que brigava pelo “tombamento” de Maria Francelina, para abandonar o epíteto da degola de uma vez por todas. “Maria Degolada é forte, é uma coisa assim que dá, na gente, uma certa ansiedade”.

Mas não foi Francelina quem atendeu as graças de quem a tinha como santa, nem foi ela quem castigou policiais ou que assombrou crianças em banheiros de escola. Foi outra Maria, ou outras Marias, que se desdobraram na universo do lendário a partir dos fatos.

A Maria que morria naquela tarde embaixo da figueira eram todas as Marias que ainda hoje morrem por avanço de homens possessivos, que temem ser atacadas e violentadas quando andam na rua, que não se sentem livres para viver a vida como lhes é de direito com medo de represálias que podem ser fatais. É por isso que a lenda permanece tão forte até os dias de hoje.

Quantas Marias Degoladas não surgem todas as semanas dentro e fora das páginas dos jornais? Quantas você não conhece na sua família? Quantos Brunos Bicudos não estão em seu grupo de amigos?

Ou será que o Bruno é você?

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Os especiais do Colecionador são produzidos graças aos apoiadores do Padrim. Apoie você também! Obrigado às madrinhas e padrinhos Débora Dalmolin, Carolina Mancini, Ian Fraser, Ricardo Santos, Douglas Rainho e Thiago Freitas.

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(Arte: Joãocaré em livro de Caio Ritter).

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3 Respostas para “As muitas faces de Maria – O feminicídio que gerou a lenda urbana mais famosa do RS

  1. Sou do RN. Não conhecia , portanto, essa lenda. Dito isso, fico feliz que o artigo dá conta de me apresentar e ainda de trazer uma reflexão tão sutil e incisiva. Muito bom.

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    • Que coisa boa, Geoci! Fico muito feliz de a mensagem ter conseguido te atingir. As lendas são locais, mas o imaginário que nos une comunica as mesmas emoções e medos. Obrigado!

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