PORANDUBA 5 – Odisseia de Literatura Fantástica

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Por Andriolli Costa

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Bem-vindos à nossa Poranduba! No episódio de hoje, vamos ouvir como foi o bate-papo Folclore e Orixás em ação, gravado durante a V Odisseia de Literatura Fantástica em Porto Alegre. Nele tive oportunidade de dividir a mesa com os escritores Lauro Kociuba, Nikellen Witter e Ricardo Santos. Uma breve introdução a um tema muito importante que vamos retomar por aqui. Foi uma ótima oportunidade de discutir a importância do afeto, respeito e contrapartida na literatura.

Apresentação e edição: Andriolli Costa.
Vinheta de Abertura:
Danilo Vieira Battistini, do podcast O Contador de Histórias.
Logo do podcast:
Mauro Adriano Muller – Portfólio.
Canto de abertura e encerramento do povo Ashaninka.

Agradecimentos aos padrinhos Thiago Freitas e Douglas Rainho! Apoie no Padrim você também! 

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Mesa Folclore e Orixás na Odisseia

Comentado no Episódio

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4 Respostas para “PORANDUBA 5 – Odisseia de Literatura Fantástica

  1. Esse debate teve uma grande importância pra minha formação como escritor. Acho que é muito importante e necessário esse tipo de debate, e que mais pessoas possam ter contato com esse tipo de conteúdo.
    Muito bom mesmo!

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  2. Ouvi o programa e devo concordar com os outros escritores, o Andriolli é um monstro do discurso kkkkkkk 🙂
    Gostei bastante do programa, porque mesmo tendo somente um contato didático com a umbanda, por ser espírita eu compreendendo (dadas as devidas proporções, é claro) como é ver sua “crença” sendo usada em obras de ficção sem muito “respeito”.
    Fora a “demonização” que alguns sofrem (a umbanda e o candomblé mais do que nós), sempre que um “médium” aparece numa história (99% das vezes num filme de terror) é sempre o clichê ou daquela “pessoa sombria e atormentada”, quase uma bruxa, ou pior, como alguém que é um “charlatão”. Além disso (e até pior na minha opinião), os espíritos aparecem, na maioria das vezes, como vingativos ou atormentados, o que de fato “acreditamos existir”, mas não mostram o outro lado, como os espíritos mais elevados, planos superiores, logo, transformando mediunidade numa uma “batalha de caça-fantasmas” para sua narrativa e com isso nossa religião fica parecendo sempre como algo que dá “medo”.
    Muito obrigado pelo programa e agora vou continuar minha maratona 😉

    Curtido por 1 pessoa

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